terça-feira, 18 de novembro de 2008

Anavilhanas, AM

Anavilhanas, no Amazonas, é o mais novo parque nacional brasileiro

Arquipélago no Rio Negro tem mais de 400 ilhas.
Segundo órgão responsável, turismo poderá ser regularizado na área.

O arquipélago de Anavilhanas, formado por cerca de 400 ilhas e Anavilhana localizado a cerca de 40 quilômetros de Manaus (AM), é o mais novo parque nacional brasileiro. A lei que o alça à categoria de parque foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final de outubro e, agora, a unidade de conservação poderá desenvolver  melhor o turismo.

“Essa região é rota de barcos que saem de Manaus. Acreditamos que tenha uma demanda turística reprimida bastante grande”, diz Júlio Gonchoroski, coordenador de visitação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão federal responsável pela unidade.
Antes, o conjunto de ilhas, conhecido por formar um dos cenários mais belos da Amazônia, era estação ecológica, categoria mais voltada à conservação e à pesquisa, o que estava em descompasso com a realidade da região, onde há muito turismo sustentável.

Com a mudança, como informa o ICMBio, será mais fácil planejar de programas de visitação. Gonchoroski explica que isso não deve ameaçar a natureza: “Pretendemos permitir principalmente atividades que não exijam a abertura de trilhas ou o uso intensivo das praias, como passeios náuticos pelas ilhas”. O parque poderá ainda se beneficiar de programas e ações oficiais de incentivo ao turismo.
Anavilhanas tem floresta, rios e praias preservadas e, segundo o ICMBio, a água do rio Negro e seus afluentes inibe a procriação de mosquitos e pernilongos, tornando o ambiente especialmente agradável em comparação a outras regiões de floresta tropical. Nos arredores já há diversos hotéis e pousadas situados em plena selva.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Colômbia

Quatro motivos para visitar a Colômbia

País é o segundo mais populoso da América do Sul

Deixe de preconceito. A guerrilha na Colômbia está quase no fim e, de uns tempos para cá, o país vem se tornando relativamente seguro para os turistas. Prova maior do fato é o incremento de mais de 30% no número de visitantes brasileiros, no ano passado. Os pacotes para a Colômbia incluem quase sempre de sete a dez dias, que devem ser divididos entre Bogotá, Cartagena, Santander e Nuqui. Cada um com sua característica geográfica, as quatro atrações fazem da Colômbia, atualmente, um dos principais destinos turísticos da América do Sul. O norte-rio-grandense não pode perder essa.
Bogotá, capital cultural e gastronômica
O nome Bogotá tem origem na palavra indígena Bacatá, nome da capital dos índios Muiscas, que significa "cercado fora da lavoura". Fundada em 1538 por Jiménez de Quesada, a capital colombiana (conhecida originalmente como Santa Fé de Bogotá) é a quarta cidade mais populosa da América do Sul, atrás de São Paulo, Buenos Aires e Rio de Janeiro. Situada a 2.600 metros de altitude, a região metropolitana possui aproximadamente 7,5 milhões de habitantes e é dividida em 20 localidades. A cidade é governada pelo prefeito maior, que é eleito por voto popular a cada quatro anos, assim como o Conselho Distrital. Cada uma das localidades tem seu próprio prefeito, nomeado e supervisionado pelo prefeito maior.
Para quem procura por bons restaurantes, os bairros La Cabrera e Zona Rosa são ótimas opções; também possuem lojas e shopping centers, como o Andino e o Atlantis Plaza. Bairros boêmios, como o Macarena, são redutos de atores de teatro e televisão. Independentemente do objetivo da viagem, o bairro da Candelária, com prédios que alternam os estilos colonial e republicano, é imperdível. Ali, ficam museus como o Donación Botero, dentro da Casa da Moeda, sete teatros (entre eles, o teatro Colón, construção de 1885, considerada monumento nacional), 15 bibliotecas (com destaque para a Luis Angel Arango), o parque Palomar del Príncipe, o Palácio do Governo e a igreja jesuítica de Santo Inácio.
Na Plaza de Bolívar, centro histórico e político da cidade, pode-se visitar prédios monumentais como La Catedral, a Capilla del Sagrario, o Palácio dos Cardiais, o Palacio Lievano (atual escritório da prefeitura), o Congresso Nacional (construção grega de 1847), além do novo Palácio da Justiça, construído em pedra.Fundado em 1823, o Museo Nacional de Colômbia é o museu mais antigo do país e um dos mais antigos da América. As coleções são divididas em arqueologia, etnografia, história e arte. Nele, pode-se conferir obras originais de um dos maiores artistas plásticos da Colômbia, Fernando Botero.
O Museo Del Oro, que data de 1939, possui peças da época pré-colombiana (500 a.C.) até a conquista espanhola (século XVI). Atualmente possui 34.000 objetos feitos em ouro, 13.000 feitos em cerâmica e 8.000 em pedra, tecidos, ossos e outros materiais. É considerada a coleção mais importante do mundo sobre a arte metalúrgica pré-colombiana.
Para subir ao Monteserrate, símbolo da cidade que fica a 3.100 metros acima do nível do mar, há três opções: teleférico, funicular (espécie de trem especialmente projetado para a subida de montanhas) ou a pé (a caminhada leva de 40 minutos a uma hora). No topo da montanha, pode-se visitar a igreja mais importante da cidade, construída em 1650, local de peregrinação e pagamento de promessas e de onde se pode apreciar uma vista panorâmica de Bogotá. Ao lado da igreja estão alguns dos melhores restaurantes da cidade, como o Santa Clara, de cozinha tradicional colombiana, e diversas lojas de artesanato.
Santander, diversão e aventura nos Andes
Santander é um dos 32 departamentos (estados) da Colômbia e tem como capital a cidade de Bucaramanga, que se localiza na parte oriental da cordilheira dos Andes, a cerca de 380 km de Bogotá. Com cenários naturais majestosos, como o rio Chicamocha e o Parque El Gallineral, a região é o destino perfeito para os amantes de esportes radicais e ecoturismo. A diversidade de altitudes - de 1.000 a mais de 3.000 metros acima do nível do mar - é um traço marcante da região que, por conta disso, apresenta climas e paisagens contrastantes. A riqueza natural de Santander se traduz em bosques, cavernas, rios, canyons e montanhas, que encantam seus visitantes. A temperatura média varia de 7ºC a 29ºC. A capital Bucamaranga, situada a 1.000 metros acima do nível do mar, é uma cidade universitária com forte indústria e infra-estrutura hoteleira de alta qualidade. Além da natureza exuberante que circunda a cidade, o visitante pode desfrutar da bela arquitetura e comércio locais.
A cidade de San Gil e seus arredores são considerados ideais para aqueles que buscam esporte e aventura. Com destaque para a canoagem, na região pode-se praticar parapente, caiaque, bungee jumping, rafting, rapel, assim como exploração de cavernas. A dez quilômetros de San Gil, encontra-se uma das mais famosas atrações de Santander, a "Cueva del Indio". Para entrar, o visitante desliza precipício adentro por um cabo de 80 metros de comprimento, explorando as câmaras internas do local. Na cidade de Curití, localiza-se a Caverna del Yeso, onde o turista entra por um túnel subterrâneo de cinco metros, em uma descida feita por rapel. Neste local, pode-se apreciar antigas tumbas indígenas, além das belas estalagmites e estalactites, formadas ao longo de milhares de anos. A gastronomia local e o artesanato em pedra são opções para os que procuram uma programação mais relaxante. Uma visita aos povoados coloniais é boa dica para os que desejam conhecer mais sobre a história da Colômbia e da região de Santander, terra de muitos heróis colombianos.
Nuquí e Bahia Solano, estrelas do Pacífico
A região, que possui ecossistemas altamente preservados, recebe diversas espécies migratórias, como tartarugas marinhas, aves e baleias jubarte. Abrigo de uma das maiores biodiversidades do planeta, Nuquí e Bahia Solano, no departamento (estado) de Chocó, no litoral pacífico da Colômbia, são paradas obrigatórias para os amantes de natureza e esportes de aventura. Com praias paradisíacas, cascatas e rios cristalinos e uma combinação única de ecossistemas, as cidades se destacam como novas apostas colombianas para o turismo internacional no país - que, em 2007, teve aumento de 31% no número de brasileiros, em relação ao ano anterior. A região, que possui ecossistemas altamente preservados, conta com diversos programas de visitação à fauna e à flora locais, que incluem suas praias, mangues, florestas tropicais úmidas e ilhas. O local abriga também uma grande diversidade de samambaias, palmeiras, orquídeas, bromélias e cogumelos.
Durante o ano, Nuquí e Bahia Solano recebem diversas espécies migratórias, como tartarugas marinhas, aves e baleias jubarte, cuja chegada é festejada pelos turistas. A temporada de visitação às baleias começa em julho e se estende até o final de outubro. Já as aves migratórias e tartarugas marinhas passam pela região entre outubro e dezembro de cada ano, propiciando momentos únicos aos que buscam contato com a vida animal. A hospitalidade da população e a beleza do entardecer à beira-mar também cativam os turista Para os fãs de esportes e de aventura, Nuquí e Bahia Solano oferecem opções como mergulho, surfe, vela, pesca esportiva, pesca artesanal e até mesmo expedições à selva. Os que desejam programas mais leves podem admirar as praias do mar do Pacífico, ou simplesmente aproveitar as danças típicas locais, as lojas de artesanato e ainda caminhar tranqüilamente pelas praias ao entardecer, descansando em meio à natureza.
Em Bahia Solano, depois de a maré baixar, formam-se, perto das rochas pequenas, piscinas naturais que, aquecidas pelo sol, resultam em espécies de jacuzzis naturais. Banhar-se nessas águas propicia uma experiência relaxante, além de ser uma terapia natural e saudável ao turista. A maré baixa também revela uma impressionante praia de 150 metros de extensão, ideal para esportes como vôlei de praia, caminhadas, Tai Chi Chuan, yoga e trekking.
Programe-se:
www.turismocolombia.com
Como ir:
A International Tours (3235-1000), com sede em Natal, tem pacotes de sete e de dez dias para a Colômbia

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Jalapão

Jalapão ganha destaque em vários veículos de comunicação

Dunas do Jalapão, um dos inúmeros cartões postais da região

O Jalapão é destaque em veículos de comunicação de circulação nacional. A "Revista Época" trouxe em sua edição nº. 545, reportagem de quatro páginas, o "Guia do Turista Verde" , e a revista Meio Ambiente e Turismo, edição número 2, com tiragem de 60 mil exemplares, também publicou reportagem de 20 páginas sobre esse destino.

Na "Época", a região turística "Encantos do Jalapão" está inserida entre os dez destinos no país –  "Um roteiro para escolher o ecodestino das férias e para desfrutar sem destruir ".

A matéria, assinada pelo jornalista Ricardo Freire, mostra através de fotografias um Jalapão "ainda pouco conhecido", mas que todo mundo já ouviu falar". A reportagem explica sobre o Código de Conduta do Ecoturista e dos Operadores de Turismo, e aponta que é possível divertir e usufluir das belezas naturais, sem  agredir o meio ambiente.

Uma outra novidade revelada é que a mais conceituada operadora de ecoturismo do mundo, a americana "Mountain Travel Sobek",  passou recentemente a oferecer viagens ao Jalapão. Assim surge mais uma opção de expedição, além da "Korubo", que já realiza safáris ecológicos pela região.  O contato com essas operadoras podem ser feitos pelos respectivos sites: www.korubo.com.br e www.mtsobek.com

Já  a "Meio Ambiente e Turismo" destaca o Jalapão como um lugar ainda selvagem e pronto para aventuras.  As belezas das dunas, das águas cristalinas, da rica diversidade da fauna e flora e do artesanato em capim dourado, são enfatizados na matéria como principais atrativos da região. 

Dicas

Conforme recomendações da Associação dos Operadores de Turismo da Austrália, tanto operadores quanto ecoturistas devem manter a integridade natural dos lugares visitados, respeitar a cultura local, aumentar a eficiência no uso dos recursos naturais como água e energia e prevenir para que resíduos não causem impacto ambiental e estético ao local visitado.

Essas dicas também são difundidas pela ADTUR - Agência de Desenvolvimento Turístico do Estado do Tocantins. O site da ADTUR é www.to.gov.br/turismo.

Guia do Turista Verde  no Tocantins

Os ecoturistas que vierem ao Tocantins poderão se divertir com as paisagens exóticas e a diversidade da fauna e da flora presentes nos roteiros já operacionalizados no Estado.  Entre as opções estão "Encantos do Jalapão", "Serras Gerais", "Lagos e Praias do Cantão/Ilha do Bananal" e Serras e Lago".

Aruba

Deus criou uma obra-prima. E o homem reforçou suas cores

Belezas naturais e infra-estrutura de primeira fazem dessa pequena ilha caribenha um irresistível convite ao ócio

Natália Zonta - O Estado de S.Paulo

Na branquíssima areia da praia, uma fila de espreguiçadeiras de frente para o mar azul-turquesa. Para garantir um diferencial turístico, flamingos desfilam livres, leves e soltos entre os coqueiros da orla. As paisagens de Aruba têm, sim, um inegável jeitão de catálogo de viagem, produzidas e coloridas especialmente para encher os olhos das cerca de 1 milhão de pessoas que procuram a região a cada ano.
Verdade seja dita, a beleza natural dessa pequena ilha do Caribe dispensaria a intervenção humana para atrair visitantes. Mas, no decorrer de seu desenvolvimento turístico, não faltou quem se dispusesse a mover aves cor-de-rosa para uma ilhota particular - a do Hotel Renaissance -, modificando cenários que não precisariam de retoque. Ou de flamingos.
O resultado foi um mix de natureza com infra-estrutura quase impecável que dá ao visitante a sensação de que a ilha é um imenso resort. Quem se aventura para além dos muros dos cinco-estrelas, porém, logo descobre outras paisagens. Algumas até bem diferentes dos tradicionais cartões-postais caribenhos. Caso do Parque Nacional Arikok, com visual desértico.
Lá e também nas principais praias da ilha você poderá descobrir que a língua oficial de Aruba não é o inglês ou o espanhol, idiomas tão falados nos hotéis e nos restaurantes. Mas o holandês e o papiamento, uma rica e divertida mistura de português, espanhol e holandês.
Ok, talvez nem nessas regiões você fique sabendo disso, já que todos fazem questão de falar o idioma dos americanos para serem bem compreendidos. Com alguma disposição para interagir com os animados e receptivos moradores, no entanto, será possível aprender que bon bini significa bem-vindo e danki, obrigado. Hopi hari - como o parque de tradicional diversão paulista -, por sua vez, equivale a rir muito.
Fora dos hotéis e, conseqüentemente, longe do ar-condicionado, você sentirá na pele uma das características mais marcantes de Aruba. Até um brasileiro habituado ao calor do Nordeste vai arder sob o sol. A temperatura média anual é de 28 graus, mas mesmo no inverno os termômetros ficam bem acima dessa marca.
Por lá, é normal o dia raiar e você já estar derretendo. Por isso, passe uma camada extra de protetor solar, sempre tenha uma garrafa d?água e aproveite para ficar o maior tempo possível mergulhado no mar-piscina que cerca a ilha.
MAIS PERTO
O clima árido, a falta de terras férteis e a natureza privilegiada fizeram Aruba se voltar para o turismo. Tanto que o setor hoje é o mais importante para a economia - 85% dos lucros vêm dos visitantes.
O número de brasileiros ainda não chama atenção, principalmente quando comparado ao de americanos, líderes no ranking, com 70% dos estrangeiros. Realidade que a Aruba Tourism Authority (ATA) pretende ver modificada em breve, com a ampliação dos vôos entre São Paulo e Aruba.
Além dos aviões da colombiana Avianca, que passam por Bogotá antes de chegar à ilha, no próximo mês começam a voar as aeronaves da Copa Airlines. O lançamento da rota SP- Panamá-Aruba deve deixar os preços dos pacotes turísticos mais competitivos para a América do Sul. Com isso, a expectativa é de que o número de brasileiros em Aruba cresça cerca de 30% ao ano. E supere rapidamente a marca de 40 mil visitantes verde-e-amarelos, a mais alta, registrada em 1998.
Com idéia fixa de inovar e ampliar o setor que movimenta a vida da ilha, o governo local investiu US$ 350 milhões em melhorias nos hotéis, no terminal de cruzeiros e no aeroporto. Isso apenas no ano passado. Uma interessante estratégia de sedução. Mas não tão interessante quanto o trabalho divino que moldou a ilha.

Paris

Roteiro tipicamente parisiense

Programa de turismo leva viajantes a conhecer lugares onde estão os verdadeiros parisienses

O amor incondicional por Paris inspira moradores a compartilhar a arte, a tradição e a cultura dessa fascinante cidade. "Nós fazemos os turistas descobrirem quarteirões menos conhecidos e cheios de charme, onde realmente vivem os parisienses", explica Dominique Cotto, presidente da associação Parisien d’un Jour, que coordena o Paris Greeter. O programa existe desde 2007 e conta com 150 voluntários, que falam dez diferentes idiomas.

Clássicos
Torre Eiffel: subir a estrutura de 324 metros de altura é inevitável. A torre está entre os cartões-postais mais visitados do mundo: recebe cerca de 6 milhões de pessoas por ano. Você pode chegar até o topo usando o elevador (12 euros ou R$ 33). Site: www.tour-eiffel.fr.
Museus: Duas dicas tão básicas quanto necessárias. O Louvre guarda 35 mil obras. Destaque para o setor de pinturas européias - Monalisa, de Leonardo da Vinci, está lá. A visita custa 9 euros (R$ 25). Site: www.louvre.fr. Já o Musée d’Orsay, antiga estação de trem, tem acervo impressionista e pós-impressionistas, com Rodin, Manet, Gauguin e Delacroix. Entrada a 8 euros (R$ 22). Site: www.musee-orsay.fr.
- Igrejas: dois ícones. Na Île de la Cité está a Notre-Dame, símbolo da arquitetura medieval. Concluída em 1330 em estilo gótico, tem três grandes portais. Site: www.cathedraledeparis.com. No alto de Montmartre, a Sacré-Coeur domina a paisagem com seu estilo romano-bizantino. Site: www.sacre-coeur-montmartre com.


Off-road
Faubourg Saint Antoine: o quartier é, desde o século 15, o endereço dos artesãos. Graças ao apoio do rei Luís XI, os marceneiros puderam desenvolver técnicas e incentivar a indústria da madeira.
Quartier de la Goutte d’or: caminhar pelas ruas desse bairro, segundo Dominique, é descobrir outros charmes de Paris. O Goutte d’or fica no 18 arrondissement, perto de Butte Montmartre, e tem cerca de 20 mil habitantes - 30% imigrantes, a maioria africanos É um dos mais cosmopolitas de Paris, famoso por dois mercados: Marché Barbès e Marché Dejean.
Quartier des Batignolles: também chamado "berço do Impressionismo", o bairro conheceu uma vida cultural ativa a partir da segunda metade do século 19, quando ali viviam o poeta Paul Verlaine e o pintor Édouard Manet. Situado no 17 arrondissement, tem entre os pontos turísticos a Place des Batignolles, em estilo inglês, construída a pedido de Napoleão III. 

Ilha Grande e suas praias

Ilha Grande tem 106 encantadoras praias

Batizada por seus primeiros habitantes, os índios tamoios, a Ilha Grande (Ipaum Guaçu em tupi), no Rio de Janeiro, não ganhou esse nome à toa. Com uma área de 193km² recortados por nada menos que 106 belas praias, é convite de visita demorada ao turista. Um fim de semana, no entanto, é suficiente para aproveitar suas belezas sem gastar muito tempo e dinheiro.
Para quem sai do Rio, a melhor opção é madrugar e seguir até Mangaratiba, de onde às 8h parte a barca. A chegada na Vila do Abraão, que concentra pousadas e restaurantes, é por volta das 9h30. Às 10h começam a sair os barcos que levam os turistas para passeios que duram entre três e quatro horas. O visitante pode escolher entre vários roteiros, que passam por lugares como Lopes Mendes (considerada uma das dez praias mais bonitas do Brasil) e Lagoa Azul, onde é possível nadar entre peixes coloridos. No dia seguinte, é só escolher um novo roteiro e ficar atento ao horário de saída da barca, às 17h30.
A pé
Os mais aventureiros ou aqueles que não quiserem pagar em torno de R$ 25 nos passeios de barco, podem optar por trilhas como a do Circuito Abraão, que demora 1h30, ou a do Aqueduto/Saco do Céu, que pode levar até 3h30. Há ainda barcos-táxis que fazem roteiros mais curtos a R$ 10 por pessoa.
Se a fome for de peixes e frutos do mar, prefira os restaurantes de praia, como Japariz, Saco do Céu e Abraãozinho, que têm preços mais em conta dos que os praticados na Vila do Abraão.
Quem detesta lugares lotados deve evitar a Ilha Grande em feriados e fins de semana prolongados. Nesses períodos, os comerciantes também aproveitam para faturar e cobram preços abusivos em pousadas e restaurantes.
Como chegar
Para quem vai fazer o trecho Rio-Mangaratiba-Rio de ônibus, a viação Costa Verde tem carros partindo diariamente da rodoviária Novo Rio, às 5h20, e de Mangaratiba, às 19h25. Já a barca sai de Mangaratiba diariamente às 8h e volta da Ilha Grande às 17h30.
Onde ficar
Pousada Dom Pepe. Simples, tem cinco suítes com frigobar e ventilador de teto. Rua Amâncio Felício de Souza, 4 (24) 3361-5910 - Abraão.
Cantão do Leão. Fica de frente para a praia de Palmas (a 30 minutos de barco de Abraão). Reservas: (24) 9997-3205.
Não esqueça
De levar repelente e dinheiro vivo. Muitos lugares não aceitam cartão de crédito e não há caixas eletrônicos ou bancos na ilha.
Pesquise
Todos os barcos de passeio saem do cais da Praia de Abraão, onde os guias se concentram oferecendo seus serviços. Antes de decidir que empresa contratar, pesquise os preços.
Na internet
Sites que contêm opções de roteiro para um, dois ou três dias de visita à ilha, dicas de hospedagem em hotéis, pousadas e campings, informações sobre praias e trilhas: www.bananal.ilhagrande.org.br e www.ilhagrande.com.br.

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